Mulher reprova no exame de CNH 110 vezes

É muito comum encontrarmos pessoas que não passaram na primeira vez no exame para tirar a Carteira de Nacional de Habilitação (CNH). E se vêem obrigados a refazer as avaliações para conseguir a tão sonhada CNH, conhecida popularmente de carta ou ainda carteira de motorista.

Mulher reprova no exame de CNH 110 vezes, mas não desistirá

No Reino Unido, na Europa, mulher reprova no exame de CNH 110 vezes. Ela, de 28 anos não teve sua identidade revelada, não desiste do sonho de se tornar habilitada para conduzir um carro. Ela já chegou a marca recorde de 110 reprovações no exame teórico para tirar a CNH.

Mulher reprova no exame de CNH 110 vezes, não desiste do seu sonho de ter a Carteira Nacional de Habilitação.

Mulher reprova no exame de CNH 110 vezes, não desiste do seu sonho de ter a Carteira Nacional de Habilitação.

Para realizar novos testes, após diversas reprovações, a moça de 28 anos, já gastou algo em torno de 3 mil libras esterlinas, o que atualmente equivale mais ou menos a R$ 11.000,00.

No Reino Unido, segundo o departamento de transportes, entre as pessoas que realizaram as provas teóricas e práticas, metade delas não foram aprovadas, durante os três primeiros meses de 2014. Na segunda colocação de quem mais foi reprovado no exame teórico de habilitação está um homem de 38 anos, que realizou um total de 86 tentativas, todas também sem sucesso. Ele detinha o recorde de reprovações e foi superado pela moça recentemente.

Vale ressaltar, que o exame teórico no Reino Unido é considerado um dos mais rigorosos e que somente este exame reprova muitas pessoas e mais, os alunos de auto escola que estão aprendendo a dirigir, ainda tem que realizar o exame prático, pois somente passando nos dois é liberada a Carteira de Nacional de Habilitação, a CNH.

Já no Brasil, os números de pessoas reprovadas variam de estado para estado. Só para se ter uma ideia do que estamos falando, no estado do Rio Grande do Sul, os números giram em torno 61% de reprovações, já no estado de São Paulo este número cai para 24%.

Informações retiradas do jornal: Estado de São Paulo

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